Instituto Mobilidade Verde é contratada para desenvolver o Plano de Mobilidade Urbana de Ilha Bela

Ilha_Bela_023Foto:  Jurema Oliveira

O Instituto Mobilidade Verde ganhou a licitação    para desenvolver o Plano de Mobilidade Urbana Sustentáve  de Ilha Bela , com a responsabilidade de envolver os municípes para  pensar o futuro da cidade de forma mais sustentável e mais humana em relação aos seus deslocamentos. O município arquipélago de Ilhabela possui um território de 348,3 km² (IBGE) e suas principais ilhas são, pela ordem em termos de área, a de São Sebastião, a dos Búzios, a da Vitória e a dos Pescadores – todas habitadas. Fazem parte ainda do arquipélago os ilhotes das Cabras, da Sumítica, da Serraria, dos Castelhanos, da Lagoa, da Figueira e das Enchovas. A Ilha de São Sebastião – onde fica a área urbana do município – está localizada defronte aos municípios de  São Sebastião a noroeste e Caraguatatuba ao norte. Com 337,5 km²,  Ilha Bela  é a segunda maior ilha marítima do Brasil, superada apenas pelo  município de Florianópolis. O desafio está em respeitar o parque ecológico e ao mesmo tempo olhar para a frente, tendo a mobilidade como grande indutor do desenvolvimento econômico e social.

 

 

 

Jundiaí lança projeto piloto “Cidade Caminhável” com Instituto Mobilidade Verde.

ALE9062g-720x460
Foto divulgação – Prefeitura de Jundiaí ( Desenvolvimento Urbano de Urbano e coletivo Urbanismo Caminhável)

Até a segunda metade do século XX, o urbanismo foi dividido em duas áreas: centrais e suburbanas. Essa abordagem criou bairros distantes de baixa densidade, péssima infraestrutura de transportes públicos e fraco desenvolvimento urbano e social. Já nos bairros centrais o mercado imobiliário encontrou um nicho de negócios altamente lucrativo, incentivado pela gestão pública, farto financiamento e estímulo para fixação das empresas privadas nos eixos centrais. Nos dois casos esse modelo de urbanismo estimulou a demanda de automóveis através da construção de estradas, rodovias e leis de pólos geradores de tráfego que estimulavam a construção de estacionamentos de automóveis. Com desvantagem clara para as áreas suburbanas mais distantes, mais pobres, sem acesso ao automóvel e ao transporte público.

Com a falência deste modelo, surge um novo conceito de desenvolvimento urbano que vem sendo cada vez mais discutido em todo o mundo o “Walkable Urbanism”, (Urbanismo caminhável em tradução livre), é um tipo de urbanismo que valoriza a curta distância entre moradia, trabalho, educação, saúde e lazer e é caracteriza por alta densidade e mix de diversos tipos de imóveis ligados por áreas de lazer e conectadas com múltiplos sistemas de transportes coletivo e não motorizado. Nesse novo modelo , o desenvolvimento urbano se volta para o desenvolvimento social e para geração de riqueza nos subúrbios da cidade, aproximando o trabalho, educação, saúde e lazer de forma distrital.

Para desenvolver esse conceito no Brasil, o Instituto Mobilidade Verde e o Zoom Urbanismo criaram o coletivo “Urbanismo Caminhável” , com  o objetivo de  propor novas metodologias para testar, prototipar e  mensurar a caminhabilidade das ruas e propor intervenções que estimulem os trajetos a pé na cidade.

Jundiaí será a primeira cidade brasileira a fazer uma experiência para classificar ruas centrais no primeiro momento e a ampliação para os bairros mais perifericos dentro deste novo conceito, o objetivo é testar alternativas que incentivem as pessoas fazerem pequenos trajetos a pé. O resultado poderá ser a inclusão de novos instrumentos urbanisticos para criar bairros  mais caminháveis e mais desenvolvidos.

Hoje dia internacional da felicidade, me ocorreu escrever sobre o que faz feliz uma Cidade ou uma Cidade mais Feliz?

Porque “a busca da felicidade é um dos objetivos fundamentais do ser humano” e porque precisamos de “uma abordagem mais inclusiva e equilibrada ao crescimento econômico que promova o desenvolvimento sustentável e o bem-estar”, a assembléia-geral da ONU decidiu em junho de 2012, proclamar o dia 20 de março como o Dia Internacional da felicidade, através de Resolução aprovada por consenso.
img20121103_183002
O desenvolvimento econômico é fundamental para a felicidade das pessoas? O que faz as pessoas mais felizes? Butão, um pais no Himalaia questionou a visão ocidental de desenvolvimento econômico e social em 1972 ao criar o índice de felicidade nacional bruta, que consiste na análise do crescimento econômico e também os aspectos psicológicos, culturais, ambientais e espirituais da comunidade.

Hoje é a primeira vez que o mundo todo comemora o Dia da Felicidade, o que nos faz refletir sobre como vivemos nas cidades, os nossos modelos mentais e os processos de intolerância que derivam destes modelos refletem na individualidade expressada no nosso estilo de vida no dia a dia. Queremos mudanças desde que nada mude no nosso estilo de vida. Para mim felicidade seria caminhar pela minha cidade, ter acesso a saúde, trabalho, lazer, cultura e educação a poucos minutos da minha casa. Melhores caminhos e uma vida em comunidade mais vibrante , mais humana e mais sustentável. O que faz uma cidade mais Feliz pra você? Vamos trabalhar nisso juntos.

Lincoln Paiva
Instituto Mobilidade Verde

Pracinha Oscar Freire faz parceria com Body Tech

10419562_1613341558882189_4569479200269004104_nUma parceria inédita entre o Instituto Mobilidade Verde e Body Tech leva aulas de spinning grátis aos sábados na pracinha Oscar Freire. Além dos Workshops para crianças, gastronomia, programação musical e livraria. A pracinha conta com o apoio de uma das melhores academias de São Paulo.

A pracinha Oscar Freire é um Pocket Park é o primeiro pocket Park privado criado num acesso a um estacionamento de carros  que foi convertido numa praça.