Laboratório de Caminhabilidade é instalado na praça da Matriz em Jundiaí – SP

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O Instituto Mobilidade Verde , o escritório de arquitetura e Urbanismo Zoom e a arquiteta Thaisa Froes, se uniram para criar o coletivo Urbanismo Caminhável, com o propósito de reunir experiências, estudar e aplicar o conceito de caminhabilidade nas cidades brasileiras. O grupo já havia aplicado diversas ações de placemaking ( construção de lugares em tradução livre) na cidade de São Paulo, tais como os Parklets que foi trazido para o Brasil pelo grupo em 2012 , testado e transformado em politicas públicas na cidade de São Paulo e hoje está sendo desenvolvido por diversas capitais, os Pocket Parks, Praças, pesquisas envolvendo ocupação de espaços públicos. A metodologia de Urbanismo Caminhável desenvolvido pelo coletivo envolve 3 metodologias diferentes : “Caminhabilidade” ( Walkability) , Walkscore ( pontuação por uso e ocupação do solo) , Placemaking ( Construção de Lugares). A junção destas três metodologias permite classificar um trajeto ou uma rua a partir de um ponto de partida através de um perímetro de estudo. A classificação gera uma pontuação em função das condições das vias : Contagem de pedestres, Condições das Calçadas, Ruídos, Conforto Térmico, sinalização, Dinâmica , tamanho do Quarteirão, declividade, acessibilidade, amenidades entre outras medidas. A partir deste diagnostico que é feito em duas etapas: Caminhadas com a população para medir a percepção coletiva sobre os espaços dedicados aos pedestres e técnico com medição realizada por especialistas. A partir de um algoritimo desenvolvido pelo grupo, o trajeto e as ruas são classificadas por um sistema de pontuação que leva em conta variáveis objetivas e subjetivas. Continuar lendo

Presidente do Instituto Mobilidade Verde fala sobre Parklets no Jornal Nacional

lincoln_JNDia 14 de abril fez um ano da primeira instalação de Parklet na cidade de SP, um projeto que começou em 2011 através de estudos  inspirados nos Parklets de San Francisco, mas foi só em 2013 que conseguimos fazer um projeto piloto durante o Design Weekend e na 10ª Bienal de Arquitetura de São Paulo. Através de estudos desenvolvidos pelo Instituto Mobilidade Verde foi criado o primeiro decreto que regulamentou o Parklet como instrumento urbanístico da cidade de São Paulo, após uma ano, outras capitais se inspiraram no modelo adotado pela prefeitura de São Paulo e no sucesso de implantação pelo Instituto Mobilidade Verde

veja o link :  Entrevista no Jornal Nacional

Instituto Mobilidade Verde recebe diploma de premiação da Bienal Internacional de arquitetura de Quito

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Grupo é premiado na Bienal de Arquitetura de Quito , Zoom Arquitetura, H2C, Superlimão ,Contain’IT e Instituto Mobilidade Verde. O projeto ficou em 2º lugar na categoria  “Desenho Urbano e Arquitetura da Paisagem” , pelo potencial de renovação urbana provocada pelas pequenas áreas de convívio na cidade, contriubuição para mudança cultural e paisagem na cidade.

Instituto Mobilidade Verde participa da Mesa Cidade para as Pessoas no III encontro de Municipios

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O evento é promovido pela FNP ( Frente Nacional dos Prefeitos) em Brasília nesta 4ª feira as 15:45

Mesa D – Cidades para as pessoas: calçadas, travessias, acessibilidade e o incentivo à inserção da bicicleta no sistema viário

08/04 – 15h45 às 17h30Local: Sala 13

O modelo urbano ideal de cidade requer mais do que um transporte público eficiente. O uso indiscriminado do automóvel cresceu ao lado da precariedade das calçadas, o que configura uma redução dos espaços públicos para as pessoas. Como melhorar as calçadas para o principal meio de locomoção: andar a pé? Como incentivar a bicicleta como alternativa de transporte, inserindo-a no sistema urbano com segurança e eficiência? Quais as experiências e resultados visíveis?

Instituto Mobilidade Verde é contratada para desenvolver o Plano de Mobilidade Urbana de Ilha Bela

Ilha_Bela_023Foto:  Jurema Oliveira

O Instituto Mobilidade Verde ganhou a licitação    para desenvolver o Plano de Mobilidade Urbana Sustentáve  de Ilha Bela , com a responsabilidade de envolver os municípes para  pensar o futuro da cidade de forma mais sustentável e mais humana em relação aos seus deslocamentos. O município arquipélago de Ilhabela possui um território de 348,3 km² (IBGE) e suas principais ilhas são, pela ordem em termos de área, a de São Sebastião, a dos Búzios, a da Vitória e a dos Pescadores – todas habitadas. Fazem parte ainda do arquipélago os ilhotes das Cabras, da Sumítica, da Serraria, dos Castelhanos, da Lagoa, da Figueira e das Enchovas. A Ilha de São Sebastião – onde fica a área urbana do município – está localizada defronte aos municípios de  São Sebastião a noroeste e Caraguatatuba ao norte. Com 337,5 km²,  Ilha Bela  é a segunda maior ilha marítima do Brasil, superada apenas pelo  município de Florianópolis. O desafio está em respeitar o parque ecológico e ao mesmo tempo olhar para a frente, tendo a mobilidade como grande indutor do desenvolvimento econômico e social.

 

 

 

Jundiaí lança projeto piloto “Cidade Caminhável” com Instituto Mobilidade Verde.

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Foto divulgação – Prefeitura de Jundiaí ( Desenvolvimento Urbano de Urbano e coletivo Urbanismo Caminhável)

Até a segunda metade do século XX, o urbanismo foi dividido em duas áreas: centrais e suburbanas. Essa abordagem criou bairros distantes de baixa densidade, péssima infraestrutura de transportes públicos e fraco desenvolvimento urbano e social. Já nos bairros centrais o mercado imobiliário encontrou um nicho de negócios altamente lucrativo, incentivado pela gestão pública, farto financiamento e estímulo para fixação das empresas privadas nos eixos centrais. Nos dois casos esse modelo de urbanismo estimulou a demanda de automóveis através da construção de estradas, rodovias e leis de pólos geradores de tráfego que estimulavam a construção de estacionamentos de automóveis. Com desvantagem clara para as áreas suburbanas mais distantes, mais pobres, sem acesso ao automóvel e ao transporte público.

Com a falência deste modelo, surge um novo conceito de desenvolvimento urbano que vem sendo cada vez mais discutido em todo o mundo o “Walkable Urbanism”, (Urbanismo caminhável em tradução livre), é um tipo de urbanismo que valoriza a curta distância entre moradia, trabalho, educação, saúde e lazer e é caracteriza por alta densidade e mix de diversos tipos de imóveis ligados por áreas de lazer e conectadas com múltiplos sistemas de transportes coletivo e não motorizado. Nesse novo modelo , o desenvolvimento urbano se volta para o desenvolvimento social e para geração de riqueza nos subúrbios da cidade, aproximando o trabalho, educação, saúde e lazer de forma distrital.

Para desenvolver esse conceito no Brasil, o Instituto Mobilidade Verde e o Zoom Urbanismo criaram o coletivo “Urbanismo Caminhável” , com  o objetivo de  propor novas metodologias para testar, prototipar e  mensurar a caminhabilidade das ruas e propor intervenções que estimulem os trajetos a pé na cidade.

Jundiaí será a primeira cidade brasileira a fazer uma experiência para classificar ruas centrais no primeiro momento e a ampliação para os bairros mais perifericos dentro deste novo conceito, o objetivo é testar alternativas que incentivem as pessoas fazerem pequenos trajetos a pé. O resultado poderá ser a inclusão de novos instrumentos urbanisticos para criar bairros  mais caminháveis e mais desenvolvidos.