Programa Metrópolis entrevista presidente do Instituto Mobilidade Verde: Cozinha São Paulo, novas formas de ocupação do espaço público

Link: Metropolis

metropolis1 metropoles

Anúncios

Caderno especial do Estado de São Paulo destaca opinião do Instituto Mobilidade Verde sobre importância de andar a pé

Reportagem especial do Jornal Estado de São Paulo de hoje, Aniversário de SP, onde destaco a importância do pedestre na cidade , sem uma política para diminuir a hostilidade ao pedestre, jamais teremos qualidade de vida que merecemos…

“O ambientalista Lincoln Paiva, presidente do Instituto Mobilidade Verde, também defende que é preciso pensar a mobilidade do ponto de vista do pedestre. Para ele, as pessoas só vão gostar de andar a pé se a cidade deixar de ser hostil ao pedestre. “As pessoas têm medo de andar na rua. Faltam árvores, temos ilhas de calor espalhadas pela cidade, as travessias não são facilitadas. Faltam lugares para que as pessoas possam sentar e descansar”, explica.

Para ele, a implementação de mais ciclovias também conversa com isso. “Em geral se acha que elas são importantes só para o ciclista, mas são para o pedestre. Onde há uma ciclovia, a cidade fica mais calma, porque a velocidade dos carros diminui. E ter mais gente andando na rua deixa também a cidade mais segura.”

clique no link: Estado de São Paulo

Cidades apostam no Urbanismo Caminhável

urbanismo_caminhavel_P_112GJundiaí – SP , foi a primeira cidade brasileira a apostar numa ferramenta de auditoria de caminhabilidade  para avaliar o quão caminhável são as ruas do centro da cidade, a partir de um estudo aprofundado com técnicos, especialistas e participação da sociedade. O resultado foi um relatório com indicadores chave onde foi possível identificar as prioridades para investimentos em intervenções e projetos urbanos para mudar a lógica de mobilidade urbana. O trabalho contou com a consultoria do Instituto Mobilidade verde, Zoom Arquitetura e da Urbanista Thaisa Froes. Outras cidades começam a se interessar pelo tema, ocorre que cidades caminháveis são mais desenvolvidas e proporcionam maior qualidade de vida aos seus cidadãos… Cidades caminháveis são mais vibrantes, demandam menos recursos, as pessoas são mais felizes e economicamente viáveis.

A importância de desenhar cidades que tenham sentido para os pedestres

DSCN3082

Estivemos em Bogotá para uma palestra no Fórum Internacional de Espaços Públicos sobre Urbanismo Caminhável, que é uma forma de organizar cidades atráves do desenho urbano que faça sentido para pedestres.

Bogotá tem transformado as ruas do centro  que eram para automóveis em ruas  para pedestres, não se trata apenas de tirar os carros das ruas, mas construir uma cidade que faça sentido para quem anda a pé e isso  tem dado muito certo. Há 3 anos estive em Bogotá e caminhei pelas mesmas ruas que agora  são apenas para pedestres, da outra vez , com o trânsito caótico minha caminhada foi bem menor e desconfortável, porque além de caótico  eu não me senti muito seguro ao caminhar, as fachadas eram ameaçadoras , tinha muito ruído e a cidade parecia meio deteriorada… Desta vez quanta diferença!!! A cidade é um convite para a Deriva… uma forma de conhecer a cidade sem mapas… ela te leva para descobrir seus encantos, e foi assim que caminhei cerca de 4 horas, por ruas totalmente para pedestres, arborizadas, caminhei por todo o centro antigo, candelária, o palácio do governo. É preciso planejar cidades que tenha lógica, que estejam conectadas com o turismo , lazer e o mais importante com os espaços públicos.

DSCN3085  Continuar lendo