Cidade de São Paulo receberá novo Parklet no bairro do Paraíso

Instituto Mobilidade Verde em parceria com a ContainIt, zoom e H2C arquitetura, irão  começar instalar nesta segunda feira dia 11 de agosto  o 5º Parklet desenvolvido pelo grupo, desta vez em área mista entre um restaurante e um pequeno condomínio no bairro do Paraíso. A inauguração está prevista para proxima  quarta-feira.

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Instituto Mobilidade Verde lança o projeto Biblioteca Afetiva – Narrativas Locais

cropped-img_46611.jpgBiblioteca Afetiva ( Narrativas Locais)

Com a crescente urbanização, falta de espaços públicos,  forte  verticalização dos bairros  tem causado um efeito muito perigoso que é a falta de narrativas locais, isso se dá pela falta  de convívio entre as pessoas, culminando pelo esquecimento, esvaziamento da memória do bairro. Novos empreendimentos são feitos, novas pessoas chegam ao bairro, não criam laços, nem raízes, não conhecem as narrativas locais, não convivem, não usam os espaços públicos, não ligam para o bairro. Reunir as pessoas, escutar os moradores mais antigos, contar a história do bairro são parte deste projeto que visa trazer maior afetivida entre as pessoas e o seu espaço, conectar as pessoas com o seu bairro. A criação de laços afetivos fazem as pessoas cuidarem mais do local onde mora, cria vitalidade social e econômica, segurança e qualidade de vida.

Estamos procurando voluntários para o levantamento das narrativas locais, vamos montar finalmente a biblioteca afetiva, o projeto começa com a seleção de antigos moradores de um  bairro, começaemos pela Vila Madalena, para gravar suas histórias de vida no bairro, as raízes do bairro, mitos e lendas…trabalho, educação… faremos a transcrição e levaremos para as escolas locais onde as crianças irão ilustrar estas histórias e fazer uma cartografia afetiva baseado nos relatos, que serão digitalizadas e inseridas no site biblioteca afetiva… a idéia é ir ampliando o projeto para outros bairros, cidades… O objetivo deste projeto é recuperar as narrativas locais… Hoje na maioria das grandes cidades  os bairros são pobres de narrativas locais.

Porquê o bairro tem esse nome? porquê a rua tem esse nome? porque ele foi criado? quem morou aqui? quais eram as lendas e mitos da região? queremos fazer um memorial digital para que as pessoas possam uma relação afetiva com o seu espaço, cuidar da rua, conhecer pessoas… hoje as pessoas moram num endereço sem nenhuma história, sem nenhum vínculo com o bairro… Se você não tem nenhum vínculo com o espaço onde você mora, você não liga, não cuida, não vive nele…

Objetivo:

Catalogar 6 bairros por ano
60 histórias por ano.

Ampliar o projeto ano a ano…

Primeiro bairro: Vila Madalena – SP

Operação:

1) Começaremos o levantamento das histórias através de voluntários e redes sociais
2) Seleção das histórias
3) Gravação de vídeo de até 3 minutos ( até 10 histórias por bairro)
4) Transcrição das histórias
5) Workshop de desenho com crianças até 12 anos ( parceria com escolas locais)
6) inserção das histórias no site
7) divulgação das histórias pelo portal Catraca livre e redes sociais

A Biblioteca Afetiva será virtual

Para ser voluntario ou sugerir personagens, moradores antigos:
contato@mobilidadeverde.org

 

Instituto Mobilidade Verde instala Biblioteca no Sertão da Bahia

10516703_722041447832127_4117035162455851542_nO projeto de construção da Biblioteca Comunitária do povoado de Lagoa da Barra no município de Quijingue tem como objetivo levar leitura e contribuir com a melhoria no IDH daquela região. Com a implantação do projeto , Lagoa da Barra ganhou um acervo de mais de 2.000 livros, grande parte do acervo literatura brasileira e infantil. Com o trabalho desenvolvido pelo IMV e parceiros  e em conversa com educadores locais, trata-se da primeira biblioteca de toda região, a idéia é inspirar outras cidades da região a fazerem o mesmo, afinal de contas a educação é o principal componente do IDH, ou seja quanto mais educação melhor será a qualidade de vida e maiores são as chances da pessoa ser o que ela gostaria de ser. O Instituto Mobilidade Verde vem trabalhando com esta temática desde a implantação das Biciclotecas em 2010. Atualmente foram implantadas 9 biciclotecas em São Paulo e duas no Rio de Janeiro.

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Escola de parklet – Planejamento e Criação

Hoje foi o terceiro e último módulo da Escola de parklet, curso de inverno feito em parceria com a Escola São Paulo.

1º Modulo: abordamos a importância da pesquisa, conhecer as narrativas locais, cartografia afetiva do espaço, a transformação do espaço num lugar e fizemos exercícios de sensibilização espacial.

2º Modulo: abordamos questões mais técnicas de produção e levantamento do local, fizemos visita técnica ao Parklet da Pe João Manuel e uma pequena deriva para encontrar um local ideal para um Parklet perto da Escola SP, Mapeamento de Stakehoulders…

3º Modulo iremos planejar e criar um Parklet com base na seleção do espaço e levantamentos que fizemos, criação do mapa de Stakehoulders, estudar as narrativas locais, documentações, selecionar materiais, usar a criatividade, criar um conceito para o espaço e projetar o Parklet…

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Últimas vagas para o curso “Escola de Parklet”

DSCN0155O objetivo do curso é subsidiar o aluno com técnicas de ativação do espaço público, levando em conta os usuários do entorno, a sensibilização do local e a criação de indicadores que permitam estabelecer uma conexão entre usuários e o lugar.

Qual a diferença entre construir um espaço público e criar um lugar? O curso vai mostrar experiências em intervenções urbanas cujo objetivo é a transformação de espaços em lugares melhores para se viver. Como conectar o espaço com o seu entorno, conhecer, identificar as narrativas locais e aplicá-la na intervenção urbana.

maiores informações:  Escola São Paulo

Resultado de pesquisa sobre territórios em Afuá é aplicada na cidade de São Paulo

Em fevereiro de 2014 viajamos para Afuá, cidade de 40 mil habitantes no delta do rio Amazonas, ao noroeste da Ilha do Marajó,   o objetivo era entender qual o efeito sobre a percepção sobre o território para  pessoas que vivem numa cidade onde é proibido por lei o uso de carros e motos. Afuá tem um lei municipal que proibe a circulação de carros e motos.
Aplicamos a metodologia do professor Donald Appleyards ( Berkeley , MIT) , que consiste em perguntar para as pessoas o que ela considera como território dela na cidade onde vive. Nas grandes cidades a maiorida das pessoas tendem a respoder da mesma forma dependendo o grau de carregamento das vias ( rua com tráfego pesado, médio e leve) , ou seja, quanto mais pesado é o trafego de automóveis , menos relação com o espaço as pessoas tem. Geralmente quem mora numa rua muito movimentada aponta apenas a sua casa como parte do seu território na cidade, essas pessoas também acabam utilizando o carro para a maioria de suas necessidades e tem pouca relação social com vizinhos e comunidade, ao passo que,  quem mora em ruas mais tranquilas relacionam a rua onde mora e até mesmo o bairro onde mora como parte do seu território e também tem relações sociais mais abrangentes .
donald_applayardE numa cidade sem nenhuma influência do carro?  O que as pessoas consideram como parte do seu território?

Veja o vídeo da pesquisa em Afuea  e veja a diferença entre a percepção de espaço e responda, quem vive isolado? moradores das grandes cidades ou os moradores da pequenina cidade de Afuá?

O vídeo é um resumo da pesquisa sobre percepção de territórios e serviu como base para nossos projetos sobre Parklets e Pocket Parks na cidade de SP e mostra a importância da criação de espaços de convivência e meios alternativos de transportes não motorizados na cidade, mostra também como faz toda a diferença sobre a valorização de espaços públicos, cidadania e meio ambiente.

 

 

 

 

 

 

Instituto Mobilidade Verde e Reud inauguram 1º Pocket Park na Rua Oscar Freire em São Paulo

pracinha pracinha7Hoje inauguramos a Paricinha Oscar Freire, no lugar de uma simples  rampa de acesso de estacionamento, nasce uma pracinha em meio a um dos pontos econômicos mais importante da cidade com acesso público e gratuito.  A Pracinha Oscar Freire foi construída dentro do conceito de Pocket Park ou “espaço livre” cujo objetivo é transformar espaços públicos ou privados em lugares mais humanos, alterando o seu uso e a sua função, no lugar de uma rampa de acesso de carros, uma praça com uso compartilhado onde as pessoas podem sentar, descansar, ver uma exposição de arte, ler um livro e conviver em cultura de paz.
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