Instituto Mobilidade Verde apresenta conceito de “Placemaking” orientado para os bairros da cidade de São Paulo.

 

Em parceria com os escritórios Zoom e H2C, o Instituto Mobilidade Verde apresentou o conceito de Placemaking,  trata-se de  uma abordagem para o planejamento, concepção e gestão de espaços públicos. Durante alguns meses uma equipe de urbanistas e especialistas em mobilidade urbana,   pesquisou os  ativos de uma comunidade local , suas inspirações e   potencialidades , o objetivo  foi gerar conhecimento para  o desenvolvimento de espaços públicos para promover  a saúde, felicidade e bem-estar das pessoas.

Os conceitos por trás do placemaking começaram na década de 1960 , quando escritores como Jane Jacobs e William H. Whyte  ofereciam  idéias inovadoras sobre o projeto de cidades para atender  as pessoas e não apenas para carros e centros comerciais. Esse trabalho centrou-se na importância dos bairros mais vivos  e  espaços públicos mais convidativos,  calmos,  enfatizando os elementos essenciais para a criação de vida social.


“Nós acreditamos  que indivíduos e grupos têm suas próprias narrativas de lugar. É preciso criar lugares que favoreçam ou reforcem a identidade local, suas histórias e suas formas de viver”.

 Por outro lado as cidades precisam redefinir suas metas para as suas ruas , para que elas  possam atender às necessidades da  população e  da cidade em crescimento  de forma dinâmica , através de ações que colaboram para  resolver os problemas de  segurança, acidentes com veículos, congestionamento, tráfego com fraco desempenho, e definir  o tipo de transporte e como eles irão se conectar  entre si,  ônibus ,  trilhos e  redes de bicicletas e calçadas, e ativar os ambientes que são inóspitos para as pessoas . É preciso propor métricas que  demonstrem essa abordagem. O sucesso destes projetos  irão favorecer  os bairros do futuros e serão vitais para a construção de apoio público .

Instituto Mobilidade Verde é destaque no livro “Enabling Cities”

O Instituto Mobilidade Verde é citado no Volume 2 “Enabling Cities” , conta com  80 iniciativas provenientes de mais  de 40 países, homenageia os esforços de comunidades que estão respondendo aos desafios e oportunidades da crescente urbanização e problemáticas  que influenciam as grandes tendências sustentáveis em todo o mundo.

the new economics foundation e o  MIT CoLab, contribuem com  8 artigos que complementan as incríveis  historias de coragem, visão e determinação  como ponto central do livro.

Como o pensamento criativo redefine a vida cotidiana nos centros urbanos e o poder da criatividade local aplicada estão se estendendo para os subúrbios e populações em situação de rua. Enabling  Cities nos recorda sobre o poder de nossa imaginação e nos convida a explorar o máximo proveito dela

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Bicicloteca está entre as 80 inovações sociais do mundo no livro “Enabling Cities”

O Instituto Mobilidade Verde é citado no Volume 2 “Enabling Cities” , conta com  80 iniciativas provenientes de mais  de 40 países, homenageia os esforços de comunidades que estão respondendo aos desafios e oportunidades da crescente urbanização e problemáticas  que influenciam as grandes tendências sustentáveis em todo o mundo.

the new economics foundation e o  MIT CoLab, contribuem com  8 artigos que complementan as incríveis  historias de coragem, visão e determinação  como ponto central do livro.

Como o pensamento criativo redefine a vida cotidiana nos centros urbanos e o poder da criatividade local aplicada estão se estendendo para os subúrbios e populações em situação de rua. Enabling  Cities nos recorda sobre o poder de nossa imaginação e nos convida a explorar o máximo proveito dela

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Cronograma de atividades na Zona Verde ( Parklet)

Agenda da Zona Verde ( Parklet – Pe João Manuel)
Para entrar em contato:  zv@mobilidadeverde.org

 

Dia 12 de novembro

das  10h as 18h  - Bicicloteca – estímulo a leitura / descanso 

 Dia 20 de Novembro

12h – Alex Stein – Do Ibirapuera ao Central Park NY de Bicicleta

Dia 21 de Novembro

-15h a 18h – Oficina de Jardim vertical com garrafa Pet  – Floresta Urbana ( Thelma Spangenberg) 

- 19h30 – Debate Fazer e Usar o Espaço Público

Mediador: Guilherme Ortenblad

Participantes: Carol Ferres ( Projeto Corujas) / Andréa Helou e Julieta Fialho (Grupo Tiquatira em Construção) / Vanessa Espínola (Grupo Design Ok).

dia 22 de novembro
- 10h as 18h  - Bicicloteca – estímulo a leitura / descanso 

- 13h as 17h  - Intervenção – O Som e a Cidade  

Jam session com músicos de rua – Organizado por Jack Fahrer do grupo Design Ok

dia 23 de novembro

-12:h Autor do livro Cidade do Paraíso vai fazer a leitura de trechos do livro sobre como é viver na  maior favela de São Paulo

-13:00 as 17h  Oficina Fazer e Usar o Espaço Público

Realizada por designers do grupo Design Ok: Helena Camargo, André Cruz, Guilherme Ortenblad, José Marton e Jack Fahrer. Inscrições  por ordem de chegada.

dia 26 de novembro

-10h as 18h  - Bicicloteca na Zona Verde – estímulo a leitura / descanso 

- Debate caminhabilidade – ( programação sujeita a consulta)

 

dia 28 de novembro

-15h a 18h – Oficina de Jardim vertical com garrafa Pet  – Floresta Urbana ( Thelma Spangenberg) 

dia 29  de novembro
 Passeio com especialistas em  Walkability ( programação sujeita a conformação: www.mobilidadeverde.org)

dia 03 de dezembro
- 10h as 18h  - Bicicloteca na Zona Verde – estímulo a leitura / descanso 

 

05 de dezembro

-10h as 18h  - Bicicloteca na Zona Verde – estímulo a leitura / descanso 

 -15h a 18h – Oficina de Jardim vertical com garrafa Pet  – Floresta Urbana ( Thelma Spangenberg) 

 - 20:30h Debate – Qual  ônibus passa aqui? Protesto fotográfico coletivo a favor de uma comunicação eficiente e digna nos pontos de ônibus da cidade de São Paulo ( sujeito a confirmação no site WWW.mobilidadeverde.org)

2ª Etapa das Zonas Verdes (Parklets) estacionam na X Bienal de Arquitetura de São Paulo

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O Instituto Mobilidade Verde,  co-realização  do grupo Design Ok , Patrocínio Vitacon, apoio da Concresteel, Nomen , NeoRex,  Florestas Urbanas, X Bienal de Arquitetura, Gentilezas Urbanas do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) e Summit  querem promover a segunda etapa do  diálogo com a sociedade brasileira sobre modos de fazer e usar a cidade,   e ainda  levantar questões acerca dos espaços públicos e o uso do solo por meio das “Zonas Verdes”.

As “Zonas Verdes” foram inspiradas nos “parklets” criados em São Francisco, nos Estados Unidos, e surgem como forma de converter o espaço de estacionamento de automóvel na via pública em área recreativa temporária. O objetivo central do projeto é estimular a discussão das cidades para as pessoas e o uso do solo com equidade.

Este conceito inclui instalar áreas de lazer e convívio entre as pessoas em espaços anteriormente ocupados por carros, bem como em áreas que podem ativar determinadas ruas, bairros ou cidades.

Pesquisa realizada com cerca de 1.000 usuários durante a primeira etapa, realizada durante o Design Weekend em Agosto de 2013 em dois endereços: Rua  Amauri – Itaim e Rua Maria Antônia na Vila Buarque – Centro de São Paulo revelou a importância do desenvolvimento de áreas permanentes para o pedestre. O projeto teve 100% de aceitação tanto para pedestres , quanto para motoristas.

A cidade de São Paulo possui 37 mil vagas de zonas azuis, sendo que 32 mil são destinadas exclusivamente para automóveis particulares sem prioridade, o número de automóveis registrados no Detran-SP superam a casa dos 7 milhões de unidades, atualmente cerca de 1.500 carros zeros são incorporados diariamente na frota circulante de São Paulo, ou seja, o número de vagas é insuficiente para atender uma demanda de automóveis  na cidade de São Paulo, o  que teoricamente poderia ser negativo para a intervenção, porém o resultado   mostrou-se bastante positivo na prática, os motoristas tem  a exata noção de que mesmo que dobrasse  o número de estacionamentos, ainda assim eles seriam insuficientes para atender a demanda crescente de estacionamentos. O número de pessoas com respostas contra a criação de novos estacionamentos de carro é praticamente o mesmo entre motoristas e pedestres, 88% para  quem não tem carro e 77%  de quem possui carro ( são contra a criação de mais estacionamentos zonas azuis).  Apenas 5% de quem tem carro e 2% de quem não tem foram favoráveis  da ampliação dos estacionamentos de zonas azuis na cidade.  No entanto para  100%  das pessoas consultadas sobre  o uso de zonas azuis, foram favoráveis  para criação de “Zonas Verdes” permanentes  no espaço de dois automóveis, todos eles  consideraram Excelente ou Boa a iniciativa.

A pesquisa também identificou que na faixa ETÁRIA dos  26 a 31 anos, contem  o grupo com maior motorização ( 98% de proprietários de carro) , no entanto é o grupo que menos utiliza o carro, com cerca de 78% utilizando o carro apenas uma vez por semana e 22 % utilizando  2 ou mais vezes por semana. Isso demonstra que os mais jovens tem uma percepção diferente de cidade e faz o uso mais racional do carro.

2ª Etapa do Projeto

A segunda etapa do projeto visa estimular a ocupação do espaço pela comunidade do entorno, comércio, trabalhadores e moradores,  além do desenvolvimento de atividades que possam debater a importância da criação de áreas de refúgio para o pedestre, acessibilidade , mobiliário urbano que estimulem  o descanso,  leitura e  a interatividade.  O objetivo que possamos ter  informações  e debates suficientes para criação de políticas públicas que favoreçam a criação de espaços permanentes para o pedestres e infraestrutura para ciclistas na cidade

Zonas Verdes em São Paulo

Em contraponto às áreas de Zona Azul – estacionamento rotativo pago, em áreas públicas –, estamos propondo para a cidade de São Paulo a criação das Zonas Verdes, que são pequenas áreas de lazer instaladas em espaços destinados ao estacionamento de carros e, assim, transformá-las em locais para os pedestres. Desta maneira, ruas e bairros ficarão mais humanos e amigáveis e se transformarão em locais de convívio e apreço do comércio local.

Com as Zonas Verdes, os promotores pretendem criar um canal de diálogo com a sociedade, a fim de debater questões ligadas à ocupação dos espaços públicos pelas pessoas e, dessa forma, transformar a cidade em um lugar melhor e mais gentil para a convivência de todos.

O projeto “Zonas Verdes a reinvenção do espaço público” tem os objetivos de:

1. Debater com a sociedade e  dialogar  com o poder público as condições dos espaços urbanos, seus modos de uso e ocupação;

2. Estimular o desenvolvimento de políticas públicas que permitam a  implantação permanente das Zonas Verdes, tornando as ruas mais seguras, equitativas e humanas;

3. Discutir amplamente o papel da cidade voltada para as pessoas e os pedestres, bem como o uso do solo com equidade;

4. Aumentar o espaço público por pessoa na cidade, tornando ruas e  bairros mais humanos e amigáveis, ativando o convívio e o comércio local;

5. Discutir o espaço dos automóveis na cidade;

6. Estabelecer um canal de diálogo com a  sociedade para debater a forma de ocupação dos espaços e descobrir qual a maneira mais adequada de transformar a cidade em um espaço melhor, mais humano e gentil para todos.

As cidades precisam rediscutir a forma de ocupação do espaço urbano. E esse debate muitas vezes gera ruídos entre diversos setores da sociedade em função da organização histórica da cidade.  As Zonas Verdes surgem como uma oportunidade de diálogo com a sociedade dado o caráter temporário das ações.

Projeto Zonas Verdes  está organizada em três etapas:

A primeira  consistiu  na  apresentaçnao do projeto durante o Festival de Design DW!, evento de quatro dias onde os cidadãos puderam conhecer o conceito das Zonas Verdes e experimentar uma maior igualdade do espaço na cidade (pedestres X automóveis).

A segunda etapa será durante a 10ª Bienal de Arquitetura, ocasião em que a Zona Verde ficará montada durante um mês. Neste período, o grupo irá convidar a sociedade, os institutos e o poder público para debater questões relevantes sobre mobilidade urbana e a possível implantação das Zonas Verdes na cidade. Será apresentado um estudo desenvolvido pelo Instituto Mobilidade Verde com dados sobre o monitoramento das Zonas Verdes e a participação da sociedade. Este estudo será compartilhado com os cidadãos e o poder público da cidade de São Paulo.

O intuito do projeto é que a Prefeitura de São Paulo, após estas duas experiências, adote as Zonas Verdes como políticas públicas para a cidade, culminando assim na terceira etapa do projeto.

REALIZADORES DAS ZONAS VERDES

Instituto Mobilidade Verde: O Instituto Mobilidade Verde é uma ONG sem fins lucrativos que trabalha com a Mobilidade Urbana e a ocupação do solo como meio de desenvolvimento social, através de atividades  que ajudam a colocar as pessoas em contato com seu meio ambiente urbano e com a sua comunidade  com o objetivo de preencher as  lacunas sociais e geográficas, criando  espaços para as cidades  descobrirem-se.

Grupo Design Ok: Formado por alguns dos mais importantes e criativos designers brasileiros, o grupo design Ok nasceu em 2008 com o objetivo principal de fomentar o design autoral pelo desenvolvimento de ações que deem visibilidade ao trabalho de criação em design.

Patrocinador
Vitacon:

Apoiadores
Concresteel
Nomen
Florestas Urbanas
M&C  Saatchi  F&Q
NeoRex
Apoio Institucional
Summit – Design Wekend
X  Bienal de Arquitetura de São Paulo
Virada Sustentável
Gentilezas Urbanas do Secovi
Secretaria de Transportes
CET

As inscrições para o 1º Walkability Global Conversation vai até sexta-feira

Pela primeira vez, São Paulo será uma das cidades escolhidas para o “Global Conversation”, um projeto da Fundação Jane’s Walk (http://janeswalk.com/) do Canadá, que aplica  a  Metodologia  “Walkabilty” , ou “caminhabilidade”. O programa consiste em uma caminhada com moradores ou visitantes de um determinado bairro para medir diversos aspectos que fazem um bairro ser melhor  para o pedestre,  e também busca informações para responder questões importantes sobre qualidade de vida nas cidades.

Jane Jacobs é considerada uma das  maiores urbanistas de todos os tempos, nos anos 60 ela escreveu o livro “Vida e Morte das grandes cidades”, que já apontava que as cidades feitas para carros iriam segregar os bairros e piorar a qualidade de vida das pessoas.

Também participarão do  Global Conversation as cidades de  Toronto, Victoria, Cidade do México, Guadalajara, Tel Aviv, Johanisbourg, Calcutá, Ljbljana e Istambul. O Instituto Mobilidade Verde é o representante em São Paulo da Global Conversation e, junto com o Conexão Cultural e SampaPé aplicarão o conceito de Walkability no bairro da Vila Madalena.

Ponto de encontro: Metro Vila Madalena – 15h

Organizadores:  Instituto Mobilidade Verde , Conexão Cultural  e Sampapé!

Inscrições: Vila Madalena passo a passo

Assista materia na Globo News :

 

Instituto Mobilidade Verde vai aplicar conceito Walkabilty para avaliar e desenvolver bairros mais humanos

Walkability
é uma metodologia desenvolvida pela Fundação Jane Jacobs para criação de comunidades mais acolhedoras, habitáveis e seguras

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Foto: Ricardo Lisboa – Cidade que queremos 2011

Trata-se uma de pesquisa  quantitativa e qualitativa para avaliar o quão  convidativo é  uma área é para pedestres. Andar a pé  é  maneira mais importante para as cidades  conectarem com seus cidadãos  e as caminhadas tem tornado os bairros socialmente  mais vibrantes e seguros . Ambientes verticalizados  necessitam promover  e facilitar os deslocamentos  a pé -  incentivo o acesso às lojas , trabalho, escola e equipamentos públicos  – estes locais são mais valorizados e  melhores para se viver , tem valores imobiliários superiores, promovem  estilos de vida mais saudáveis ​​e têm níveis mais elevados de coesão social.

Quando você pensa em uma área que você gosta de caminhar  ela provavelmente tem algumas condições ou características que a tornam mais amigáveis para o passeio a pé. Isso significa um conjunto de infraestrutura urbana tais como  calçadas bem cuidadas , bancos, boa iluminação , rotas diretas , lojas interessantes , edifícios e instalações que possibilitam o prazer em caminhar . Para outros, pode significar  espaços verdes , ruas mais calmas ou em locais onde carrinhos de bebês e cães possam circular com segurança. Walkability é uma medida subjetiva – algumas pessoas gostam de passear em calçadas tranquilas , enquanto outros buscam o burburinho  das zonas comerciais movimentadas. Muitas vezes estas  considerações são  subjetivas e  retratam  o nosso desejo de segurança,  outras vezes são apenas preferências estéticas.

Examinar  o walkability de um bairro , vila ou cidade é um fator importante para  se considerar quando pensamos  em desenvolver espaços mais acolhedores, habitáveis e seguros. Áreas onde muitas pessoas estão ao redor  para  fazer compras, ir ao trabalho ou escola , ou apenas uma caminhada mais  tranquila ou para promover  conexões sociais , estilos de vida saudáveis ​​e reduzir a dependência e as emissões de gases de efeito estufa.
O objetivo geral do projeto de pesquisa é ajudar a compreender melhor a forma de como as pessoas  estão vivendo no entorno  de prédios e  apartamentos nos bairros da cidade , especialmente se as pessoas saem a  pé. Com base nos argumentos de Jane Jacobs  que defendia a mais de 40 anos atrás, a importância da criação de bons lugares para as pessoas a andar  e é agora cada vez mais reconhecido por especialistas em transporte e funcionários públicos. Pesquisadores e autoridades de saúde pública chegam a sugerir que as formas que estão sendo projetadas nossas cidades tem contribuído para o recente aumento do sedentarismo e da obesidade porque as pessoas já não andam como parte das suas atividades diárias

Bairros que foram projetados para carros agora estão obrigando  as pessoas a perderem tempo no trânsito para a realização de suas vidas. Este estudo tem o objetivo de entender melhor como os moradores podem criar maneiras alternativas de deslocamentos , especialmente a pé. Nosso objetivo é compartilhar essas informações com as pessoas que já vivem dentro destes bairros  para que possam defender  melhorar a necessidade de melhorias.

Este é um bom momento para os moradores possam  deixar claro o que eles querem e  que eles precisam de políticas públicas  e programas que possam melhorar o bairro onde vivem .

Usamos três métodos básicos : a caminhada facilitada pelo Instituto Mobilidade Verde, Conexão Cultural e Sampapé  com grupos de moradores para permitir -lhes falar sobre seus Bairros e os tipos de locais e instalações que usam e como eles funcionam, uma pesquisa individual  curta sobre onde muitas vezes as pessoas andam e como realizam suas  atividades diárias como fazer compras e ir ao ponto de ônibus , e um exercício de mapeamento social  onde os moradores falam sobre os ambientes que eles costumam frequentar no bairro e como são estes deslocamentos , suas idéias são compartilhadas  e gravadas  num  mapa da comunidade.

Um relatório preliminar é  enviado para cada bairro e pode ser usado por moradores e grupos da comunidade para trabalhar com a cidade para fazer alterações em seu ambiente ou planos de bairro.  Um relatório geral será criado  para ajudar a ilustrar melhor  a tese de tipos de comunidades suburbanas internas. Este relatório estará disponível para o público em geral e submetido a Prefeitura  e outras partes interessadas da comunidade . Artigos acadêmicos serão escritos pelo Instituto Mobilidade Verde para serem  adicionados  à crescente literatura sobre caminhada de bairros.

Uma visão geral,  resumindo as  conclusões do relatório escrito pelo grupo de facilitadores ficará  disponível para membros da comunidade