Entrevista com Presidente do Instituto Mobilidade Verde para a Globo Universidade

Acompanhe entrevista para Globo Universidade e entenda como pensa o dirigente do Instituto Mobilidade Verde, acompanhe abaixo também entrevista para CBN sobre o problema da poluição sonora e cidades livres de carros.
link : Globo Universidade
globo_universidadeEntrevista para rádio CBN –  link  Poluição sonora , Parklets
cbn_entrevista

Projeto do Instituto Mobilidade Verde vai virar políticas públicas na cidade de São Paulo

“A cidade tem muita carência de espaço público e esta medida é, para mim, tão importante quanto a faixa exclusiva, pois permitiremos que as pessoas usufruam a cidade com mais conforto”, disse o prefeito Fernando Haddad. 

 

 

 

Em agosto de 2013 o Instituto Mobilidade Verde juntamente com o grupo Design Ok, Design Weekend e o Gentilezas Urbanas do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) Promoveram  um  diálogo com a sociedade cujo objetivo foi levantar questões acerca dos espaços públicos e o uso do solo por meio das “Zonas Verdes”.

As “Zonas Verdes” foram inspiradas nos “parklets” criados em São Francisco, nos Estados Unidos, e surgiram como forma de converter o espaço de estacionamento de automóvel na via pública em área recreativa temporária. O objetivo central do projeto era estimular a discussão das cidades para as pessoas e o uso do solo com equidade para que a prefeitura pudesse  transformar estas ações em politicas públicas.

O conceito do Parklet é a instalação de um mobiliário urbano que  transforma estacionamento de carros na via pública em  áreas de lazer e convívio entre as pessoas, bem como a transformação de áreas que podem ativar determinadas ruas, bairros ou cidades.

Parklets – Zonas Verdes em São Paulo

 

O projeto “Parklets – Zonas verdes a reinvenção do espaço público” teve os seguintes objetivos:

1. Debater com a sociedade e  dialogar  com o poder público as condições dos espaços urbanos, seus modos de uso e ocupação;

2. Estimular o desenvolvimento de políticas públicas que permitam a  implantação permanente das Zonas Verdes, tornando as ruas mais seguras, equitativas e humanas;

3. Discutir amplamente o papel da cidade voltada para as pessoas e os pedestres, bem como o uso do solo com equidade; 

4. Aumentar o espaço público por pessoa na cidade, tornando ruas e  bairros mais humanos e amigáveis, ativando o convívio e o comércio local;

5. Discutir o espaço dos automóveis na cidade;

6. Estabelecer um canal de diálogo com a  sociedade para debater a forma de ocupação dos espaços e descobrir qual a maneira mais adequada de transformar a cidade em um espaço melhor, mais humano e gentil para todos.

As cidades precisam rediscutir a forma de ocupação do espaço urbano. E esse debate muitas vezes gera ruídos entre diversos setores da sociedade em função da organização histórica da cidade.  As Zonas Verdes surgem como uma oportunidade de diálogo com a sociedade dado o caráter temporário das ações.

Com o anuncio do prefeito, conseguimos conquistar todos os nossos objetivos !!! São Paulo será a primeira cidade latino-americana com regulamentação própria para os Parklets

Maiores informações: Parklets – Zonas Verdes

Instituto Mobilidade Verde e Zoom arquitetura apresentam conceito Vertical Square

vertical_squareA idéia simples deste projeto é aproveitar as empenas cegas para criar uma praça vertical, que poderia ser montada com andaimes de forma temporária  ou fixadas permanentemente  na parede. Muitos locais sem espaços para montar uma praça tradicional poderiam aproveitar o espaço da parede e criar hortas comunitárias, jardins verticais, vasos, mini lounges, mobiliário urbano, redes para descansar, street art e  iluminação…

 

Instituto Mobilidade Verde participa do 1º Open Talks Mobilidade e Código Aberto

fab_labOpen Day talks
um bate-papo sobre processos de fabricação digital e cultura do código aberto  promovido pelo Garagem Fab Lab. Nesta primeira edição,  tema foi Mobilidade Urbana. Foi mostrado  o projeto Bike de Quinta: uma bicicleta criada sob os preceitos Open Source dentro do Garagem Fab Lab e do Pedro Terra Lab; E, na sequência, uma roda de conversa sobre as relações entre a noção de Mobilidade e Código Aberto.

Bate papo com:
Lincoln Paiva – Instituto Mobilidade Verde
Pedro Markun – Transparência Digital / Onibus Hacker
Pedro Terra – Bicicleta Open Source
Mariana Nobre – Atelier do Futuro ( Mediadora)

 

 

Instituto Mobilidade Verde colabora com curso de Estratégias Projetuais com alunos de Arquitetura do Mackenzie

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Durante duas semanas, alunos de arquitetura da Universidade Mackenzie, coordenado pelos professores Carlos e Paula e colaboração do Instituto Mobilidade Verde entre outros colaboradores fizeram uma imersão em Paraisópolis, visitaram a comunidade, conversaram com especialistas, moradores, participaram de diversos worhshops, receberam a visita do escritor e morador de Paraisópolis Vagner  Alencar, que escreveu Cidade do Paraíso onde conta a história de diversos personagens de Paraisópolis, parte do trabalho foi realizada na Biblioteca do CEU –  Paraisópolis que se tornou uma espécie de QG do grupo.  A idéia do curso é  possibilitar ao aluno entender o processo de se construir um projeto através do conhecimento do contexto, elaborar hipoteses gerais, refinar as questões  até encontrar uma conexão entre diversos problemas ou oportunidade des melhorias urbanísticas, definir um mapa mental, elaborar as estratégias e então definir o projeto.  Os alunos foram divididos em grupos e cada grupo trabalhou um território, outro processo foi entender o que cada grupo estava fazendo e conectar as estratégias globais… Foi muito bacana ver jovens arquitetos buscando soluções urbanísticas respeitando o pré-existente, as narrativas locais, os mapas afetivos e sonhar com uma cidade melhor para todos.
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IMV vai estudar impactos sociais e econômicos de cidade brasileira 100% livre do carro

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De acordo com o IBGE a cidade de  Afuá no Estado do Pará  possui  36.000  habitantes e segundo o  Denatran nenhum carro registrado. A cidade de Afuá foi erguida a 1m 20  do chão, as avenidas são pontes  e as ruas são palafitas que protegem a cidade na época das cheias.  Devido à característica pitoresca da cidade a circulação de carros é proibida por lei.  Talvez Afuá seja uma das únicas cidades do mundo  100%  livre do automóvel e é por isso que o Instituto Mobilidade Verde em parceria com a Mude de Idéia vai desenvolver uma pesquisa com moradores locais para entender como a relação que as pessoas tem com a cidade sem influência do automóvel, tais como percepção do território, escalas urbanas e limites territoriais, vitalidade econômica e impactos sociais e ambientais ,  o objetivo é estabelecer comparações com cidades, bairros  com a mesma densidade e responder questões como “é possível desenvolver cidades livre de carros?” , quais os impactos econômicos , sociais em cidades livres de carros?

 

Instituto Mobilidade Verde apresenta conceito de “Placemaking” orientado para os bairros da cidade de São Paulo.

 

Em parceria com os escritórios Zoom e H2C, o Instituto Mobilidade Verde apresentou o conceito de Placemaking,  trata-se de  uma abordagem para o planejamento, concepção e gestão de espaços públicos. Durante alguns meses uma equipe de urbanistas e especialistas em mobilidade urbana,   pesquisou os  ativos de uma comunidade local , suas inspirações e   potencialidades , o objetivo  foi gerar conhecimento para  o desenvolvimento de espaços públicos para promover  a saúde, felicidade e bem-estar das pessoas.

Os conceitos por trás do placemaking começaram na década de 1960 , quando escritores como Jane Jacobs e William H. Whyte  ofereciam  idéias inovadoras sobre o projeto de cidades para atender  as pessoas e não apenas para carros e centros comerciais. Esse trabalho centrou-se na importância dos bairros mais vivos  e  espaços públicos mais convidativos,  calmos,  enfatizando os elementos essenciais para a criação de vida social.


“Nós acreditamos  que indivíduos e grupos têm suas próprias narrativas de lugar. É preciso criar lugares que favoreçam ou reforcem a identidade local, suas histórias e suas formas de viver”.

 Por outro lado as cidades precisam redefinir suas metas para as suas ruas , para que elas  possam atender às necessidades da  população e  da cidade em crescimento  de forma dinâmica , através de ações que colaboram para  resolver os problemas de  segurança, acidentes com veículos, congestionamento, tráfego com fraco desempenho, e definir  o tipo de transporte e como eles irão se conectar  entre si,  ônibus ,  trilhos e  redes de bicicletas e calçadas, e ativar os ambientes que são inóspitos para as pessoas . É preciso propor métricas que  demonstrem essa abordagem. O sucesso destes projetos  irão favorecer  os bairros do futuros e serão vitais para a construção de apoio público .

Instituto Mobilidade Verde é destaque no livro “Enabling Cities”

O Instituto Mobilidade Verde é citado no Volume 2 “Enabling Cities” , conta com  80 iniciativas provenientes de mais  de 40 países, homenageia os esforços de comunidades que estão respondendo aos desafios e oportunidades da crescente urbanização e problemáticas  que influenciam as grandes tendências sustentáveis em todo o mundo.

the new economics foundation e o  MIT CoLab, contribuem com  8 artigos que complementan as incríveis  historias de coragem, visão e determinação  como ponto central do livro.

Como o pensamento criativo redefine a vida cotidiana nos centros urbanos e o poder da criatividade local aplicada estão se estendendo para os subúrbios e populações em situação de rua. Enabling  Cities nos recorda sobre o poder de nossa imaginação e nos convida a explorar o máximo proveito dela

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