Instituto Mobilidade Verde é destaque no livro “Enabling Cities”

O Instituto Mobilidade Verde é citado no Volume 2 “Enabling Cities” , conta com  80 iniciativas provenientes de mais  de 40 países, homenageia os esforços de comunidades que estão respondendo aos desafios e oportunidades da crescente urbanização e problemáticas  que influenciam as grandes tendências sustentáveis em todo o mundo.

the new economics foundation e o  MIT CoLab, contribuem com  8 artigos que complementan as incríveis  historias de coragem, visão e determinação  como ponto central do livro.

Como o pensamento criativo redefine a vida cotidiana nos centros urbanos e o poder da criatividade local aplicada estão se estendendo para os subúrbios e populações em situação de rua. Enabling  Cities nos recorda sobre o poder de nossa imaginação e nos convida a explorar o máximo proveito dela

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Bicicloteca está entre as 80 inovações sociais do mundo no livro “Enabling Cities”

O Instituto Mobilidade Verde é citado no Volume 2 “Enabling Cities” , conta com  80 iniciativas provenientes de mais  de 40 países, homenageia os esforços de comunidades que estão respondendo aos desafios e oportunidades da crescente urbanização e problemáticas  que influenciam as grandes tendências sustentáveis em todo o mundo.

the new economics foundation e o  MIT CoLab, contribuem com  8 artigos que complementan as incríveis  historias de coragem, visão e determinação  como ponto central do livro.

Como o pensamento criativo redefine a vida cotidiana nos centros urbanos e o poder da criatividade local aplicada estão se estendendo para os subúrbios e populações em situação de rua. Enabling  Cities nos recorda sobre o poder de nossa imaginação e nos convida a explorar o máximo proveito dela

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Cronograma de atividades na Zona Verde ( Parklet)

Agenda da Zona Verde ( Parklet – Pe João Manuel)
Para entrar em contato:  zv@mobilidadeverde.org

 

Dia 12 de novembro

das  10h as 18h  - Bicicloteca – estímulo a leitura / descanso 

 Dia 20 de Novembro

12h – Alex Stein – Do Ibirapuera ao Central Park NY de Bicicleta

Dia 21 de Novembro

-15h a 18h – Oficina de Jardim vertical com garrafa Pet  – Floresta Urbana ( Thelma Spangenberg) 

- 19h30 – Debate Fazer e Usar o Espaço Público

Mediador: Guilherme Ortenblad

Participantes: Carol Ferres ( Projeto Corujas) / Andréa Helou e Julieta Fialho (Grupo Tiquatira em Construção) / Vanessa Espínola (Grupo Design Ok).

dia 22 de novembro
- 10h as 18h  - Bicicloteca – estímulo a leitura / descanso 

- 13h as 17h  - Intervenção – O Som e a Cidade  

Jam session com músicos de rua – Organizado por Jack Fahrer do grupo Design Ok

dia 23 de novembro

-12:h Autor do livro Cidade do Paraíso vai fazer a leitura de trechos do livro sobre como é viver na  maior favela de São Paulo

-13:00 as 17h  Oficina Fazer e Usar o Espaço Público

Realizada por designers do grupo Design Ok: Helena Camargo, André Cruz, Guilherme Ortenblad, José Marton e Jack Fahrer. Inscrições  por ordem de chegada.

dia 26 de novembro

-10h as 18h  - Bicicloteca na Zona Verde – estímulo a leitura / descanso 

- Debate caminhabilidade – ( programação sujeita a consulta)

 

dia 28 de novembro

-15h a 18h – Oficina de Jardim vertical com garrafa Pet  – Floresta Urbana ( Thelma Spangenberg) 

dia 29  de novembro
 Passeio com especialistas em  Walkability ( programação sujeita a conformação: www.mobilidadeverde.org)

dia 03 de dezembro
- 10h as 18h  - Bicicloteca na Zona Verde – estímulo a leitura / descanso 

 

05 de dezembro

-10h as 18h  - Bicicloteca na Zona Verde – estímulo a leitura / descanso 

 -15h a 18h – Oficina de Jardim vertical com garrafa Pet  – Floresta Urbana ( Thelma Spangenberg) 

 - 20:30h Debate – Qual  ônibus passa aqui? Protesto fotográfico coletivo a favor de uma comunicação eficiente e digna nos pontos de ônibus da cidade de São Paulo ( sujeito a confirmação no site WWW.mobilidadeverde.org)

2ª Etapa das Zonas Verdes (Parklets) estacionam na X Bienal de Arquitetura de São Paulo

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O Instituto Mobilidade Verde,  co-realização  do grupo Design Ok , Patrocínio Vitacon, apoio da Concresteel, Nomen , NeoRex,  Florestas Urbanas, X Bienal de Arquitetura, Gentilezas Urbanas do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) e Summit  querem promover a segunda etapa do  diálogo com a sociedade brasileira sobre modos de fazer e usar a cidade,   e ainda  levantar questões acerca dos espaços públicos e o uso do solo por meio das “Zonas Verdes”.

As “Zonas Verdes” foram inspiradas nos “parklets” criados em São Francisco, nos Estados Unidos, e surgem como forma de converter o espaço de estacionamento de automóvel na via pública em área recreativa temporária. O objetivo central do projeto é estimular a discussão das cidades para as pessoas e o uso do solo com equidade.

Este conceito inclui instalar áreas de lazer e convívio entre as pessoas em espaços anteriormente ocupados por carros, bem como em áreas que podem ativar determinadas ruas, bairros ou cidades.

Pesquisa realizada com cerca de 1.000 usuários durante a primeira etapa, realizada durante o Design Weekend em Agosto de 2013 em dois endereços: Rua  Amauri – Itaim e Rua Maria Antônia na Vila Buarque – Centro de São Paulo revelou a importância do desenvolvimento de áreas permanentes para o pedestre. O projeto teve 100% de aceitação tanto para pedestres , quanto para motoristas.

A cidade de São Paulo possui 37 mil vagas de zonas azuis, sendo que 32 mil são destinadas exclusivamente para automóveis particulares sem prioridade, o número de automóveis registrados no Detran-SP superam a casa dos 7 milhões de unidades, atualmente cerca de 1.500 carros zeros são incorporados diariamente na frota circulante de São Paulo, ou seja, o número de vagas é insuficiente para atender uma demanda de automóveis  na cidade de São Paulo, o  que teoricamente poderia ser negativo para a intervenção, porém o resultado   mostrou-se bastante positivo na prática, os motoristas tem  a exata noção de que mesmo que dobrasse  o número de estacionamentos, ainda assim eles seriam insuficientes para atender a demanda crescente de estacionamentos. O número de pessoas com respostas contra a criação de novos estacionamentos de carro é praticamente o mesmo entre motoristas e pedestres, 88% para  quem não tem carro e 77%  de quem possui carro ( são contra a criação de mais estacionamentos zonas azuis).  Apenas 5% de quem tem carro e 2% de quem não tem foram favoráveis  da ampliação dos estacionamentos de zonas azuis na cidade.  No entanto para  100%  das pessoas consultadas sobre  o uso de zonas azuis, foram favoráveis  para criação de “Zonas Verdes” permanentes  no espaço de dois automóveis, todos eles  consideraram Excelente ou Boa a iniciativa.

A pesquisa também identificou que na faixa ETÁRIA dos  26 a 31 anos, contem  o grupo com maior motorização ( 98% de proprietários de carro) , no entanto é o grupo que menos utiliza o carro, com cerca de 78% utilizando o carro apenas uma vez por semana e 22 % utilizando  2 ou mais vezes por semana. Isso demonstra que os mais jovens tem uma percepção diferente de cidade e faz o uso mais racional do carro.

2ª Etapa do Projeto

A segunda etapa do projeto visa estimular a ocupação do espaço pela comunidade do entorno, comércio, trabalhadores e moradores,  além do desenvolvimento de atividades que possam debater a importância da criação de áreas de refúgio para o pedestre, acessibilidade , mobiliário urbano que estimulem  o descanso,  leitura e  a interatividade.  O objetivo que possamos ter  informações  e debates suficientes para criação de políticas públicas que favoreçam a criação de espaços permanentes para o pedestres e infraestrutura para ciclistas na cidade

Zonas Verdes em São Paulo

Em contraponto às áreas de Zona Azul – estacionamento rotativo pago, em áreas públicas –, estamos propondo para a cidade de São Paulo a criação das Zonas Verdes, que são pequenas áreas de lazer instaladas em espaços destinados ao estacionamento de carros e, assim, transformá-las em locais para os pedestres. Desta maneira, ruas e bairros ficarão mais humanos e amigáveis e se transformarão em locais de convívio e apreço do comércio local.

Com as Zonas Verdes, os promotores pretendem criar um canal de diálogo com a sociedade, a fim de debater questões ligadas à ocupação dos espaços públicos pelas pessoas e, dessa forma, transformar a cidade em um lugar melhor e mais gentil para a convivência de todos.

O projeto “Zonas Verdes a reinvenção do espaço público” tem os objetivos de:

1. Debater com a sociedade e  dialogar  com o poder público as condições dos espaços urbanos, seus modos de uso e ocupação;

2. Estimular o desenvolvimento de políticas públicas que permitam a  implantação permanente das Zonas Verdes, tornando as ruas mais seguras, equitativas e humanas;

3. Discutir amplamente o papel da cidade voltada para as pessoas e os pedestres, bem como o uso do solo com equidade;

4. Aumentar o espaço público por pessoa na cidade, tornando ruas e  bairros mais humanos e amigáveis, ativando o convívio e o comércio local;

5. Discutir o espaço dos automóveis na cidade;

6. Estabelecer um canal de diálogo com a  sociedade para debater a forma de ocupação dos espaços e descobrir qual a maneira mais adequada de transformar a cidade em um espaço melhor, mais humano e gentil para todos.

As cidades precisam rediscutir a forma de ocupação do espaço urbano. E esse debate muitas vezes gera ruídos entre diversos setores da sociedade em função da organização histórica da cidade.  As Zonas Verdes surgem como uma oportunidade de diálogo com a sociedade dado o caráter temporário das ações.

Projeto Zonas Verdes  está organizada em três etapas:

A primeira  consistiu  na  apresentaçnao do projeto durante o Festival de Design DW!, evento de quatro dias onde os cidadãos puderam conhecer o conceito das Zonas Verdes e experimentar uma maior igualdade do espaço na cidade (pedestres X automóveis).

A segunda etapa será durante a 10ª Bienal de Arquitetura, ocasião em que a Zona Verde ficará montada durante um mês. Neste período, o grupo irá convidar a sociedade, os institutos e o poder público para debater questões relevantes sobre mobilidade urbana e a possível implantação das Zonas Verdes na cidade. Será apresentado um estudo desenvolvido pelo Instituto Mobilidade Verde com dados sobre o monitoramento das Zonas Verdes e a participação da sociedade. Este estudo será compartilhado com os cidadãos e o poder público da cidade de São Paulo.

O intuito do projeto é que a Prefeitura de São Paulo, após estas duas experiências, adote as Zonas Verdes como políticas públicas para a cidade, culminando assim na terceira etapa do projeto.

REALIZADORES DAS ZONAS VERDES

Instituto Mobilidade Verde: O Instituto Mobilidade Verde é uma ONG sem fins lucrativos que trabalha com a Mobilidade Urbana e a ocupação do solo como meio de desenvolvimento social, através de atividades  que ajudam a colocar as pessoas em contato com seu meio ambiente urbano e com a sua comunidade  com o objetivo de preencher as  lacunas sociais e geográficas, criando  espaços para as cidades  descobrirem-se.

Grupo Design Ok: Formado por alguns dos mais importantes e criativos designers brasileiros, o grupo design Ok nasceu em 2008 com o objetivo principal de fomentar o design autoral pelo desenvolvimento de ações que deem visibilidade ao trabalho de criação em design.

Patrocinador
Vitacon:

Apoiadores
Concresteel
Nomen
Florestas Urbanas
M&C  Saatchi  F&Q
NeoRex
Apoio Institucional
Summit – Design Wekend
X  Bienal de Arquitetura de São Paulo
Virada Sustentável
Gentilezas Urbanas do Secovi
Secretaria de Transportes
CET

As inscrições para o 1º Walkability Global Conversation vai até sexta-feira

Pela primeira vez, São Paulo será uma das cidades escolhidas para o “Global Conversation”, um projeto da Fundação Jane’s Walk (http://janeswalk.com/) do Canadá, que aplica  a  Metodologia  “Walkabilty” , ou “caminhabilidade”. O programa consiste em uma caminhada com moradores ou visitantes de um determinado bairro para medir diversos aspectos que fazem um bairro ser melhor  para o pedestre,  e também busca informações para responder questões importantes sobre qualidade de vida nas cidades.

Jane Jacobs é considerada uma das  maiores urbanistas de todos os tempos, nos anos 60 ela escreveu o livro “Vida e Morte das grandes cidades”, que já apontava que as cidades feitas para carros iriam segregar os bairros e piorar a qualidade de vida das pessoas.

Também participarão do  Global Conversation as cidades de  Toronto, Victoria, Cidade do México, Guadalajara, Tel Aviv, Johanisbourg, Calcutá, Ljbljana e Istambul. O Instituto Mobilidade Verde é o representante em São Paulo da Global Conversation e, junto com o Conexão Cultural e SampaPé aplicarão o conceito de Walkability no bairro da Vila Madalena.

Ponto de encontro: Metro Vila Madalena – 15h

Organizadores:  Instituto Mobilidade Verde , Conexão Cultural  e Sampapé!

Inscrições: Vila Madalena passo a passo

Assista materia na Globo News :

 

Instituto Mobilidade Verde vai aplicar conceito Walkabilty para avaliar e desenvolver bairros mais humanos

Walkability
é uma metodologia desenvolvida pela Fundação Jane Jacobs para criação de comunidades mais acolhedoras, habitáveis e seguras

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Foto: Ricardo Lisboa – Cidade que queremos 2011

Trata-se uma de pesquisa  quantitativa e qualitativa para avaliar o quão  convidativo é  uma área é para pedestres. Andar a pé  é  maneira mais importante para as cidades  conectarem com seus cidadãos  e as caminhadas tem tornado os bairros socialmente  mais vibrantes e seguros . Ambientes verticalizados  necessitam promover  e facilitar os deslocamentos  a pé -  incentivo o acesso às lojas , trabalho, escola e equipamentos públicos  – estes locais são mais valorizados e  melhores para se viver , tem valores imobiliários superiores, promovem  estilos de vida mais saudáveis ​​e têm níveis mais elevados de coesão social.

Quando você pensa em uma área que você gosta de caminhar  ela provavelmente tem algumas condições ou características que a tornam mais amigáveis para o passeio a pé. Isso significa um conjunto de infraestrutura urbana tais como  calçadas bem cuidadas , bancos, boa iluminação , rotas diretas , lojas interessantes , edifícios e instalações que possibilitam o prazer em caminhar . Para outros, pode significar  espaços verdes , ruas mais calmas ou em locais onde carrinhos de bebês e cães possam circular com segurança. Walkability é uma medida subjetiva – algumas pessoas gostam de passear em calçadas tranquilas , enquanto outros buscam o burburinho  das zonas comerciais movimentadas. Muitas vezes estas  considerações são  subjetivas e  retratam  o nosso desejo de segurança,  outras vezes são apenas preferências estéticas.

Examinar  o walkability de um bairro , vila ou cidade é um fator importante para  se considerar quando pensamos  em desenvolver espaços mais acolhedores, habitáveis e seguros. Áreas onde muitas pessoas estão ao redor  para  fazer compras, ir ao trabalho ou escola , ou apenas uma caminhada mais  tranquila ou para promover  conexões sociais , estilos de vida saudáveis ​​e reduzir a dependência e as emissões de gases de efeito estufa.
O objetivo geral do projeto de pesquisa é ajudar a compreender melhor a forma de como as pessoas  estão vivendo no entorno  de prédios e  apartamentos nos bairros da cidade , especialmente se as pessoas saem a  pé. Com base nos argumentos de Jane Jacobs  que defendia a mais de 40 anos atrás, a importância da criação de bons lugares para as pessoas a andar  e é agora cada vez mais reconhecido por especialistas em transporte e funcionários públicos. Pesquisadores e autoridades de saúde pública chegam a sugerir que as formas que estão sendo projetadas nossas cidades tem contribuído para o recente aumento do sedentarismo e da obesidade porque as pessoas já não andam como parte das suas atividades diárias

Bairros que foram projetados para carros agora estão obrigando  as pessoas a perderem tempo no trânsito para a realização de suas vidas. Este estudo tem o objetivo de entender melhor como os moradores podem criar maneiras alternativas de deslocamentos , especialmente a pé. Nosso objetivo é compartilhar essas informações com as pessoas que já vivem dentro destes bairros  para que possam defender  melhorar a necessidade de melhorias.

Este é um bom momento para os moradores possam  deixar claro o que eles querem e  que eles precisam de políticas públicas  e programas que possam melhorar o bairro onde vivem .

Usamos três métodos básicos : a caminhada facilitada pelo Instituto Mobilidade Verde, Conexão Cultural e Sampapé  com grupos de moradores para permitir -lhes falar sobre seus Bairros e os tipos de locais e instalações que usam e como eles funcionam, uma pesquisa individual  curta sobre onde muitas vezes as pessoas andam e como realizam suas  atividades diárias como fazer compras e ir ao ponto de ônibus , e um exercício de mapeamento social  onde os moradores falam sobre os ambientes que eles costumam frequentar no bairro e como são estes deslocamentos , suas idéias são compartilhadas  e gravadas  num  mapa da comunidade.

Um relatório preliminar é  enviado para cada bairro e pode ser usado por moradores e grupos da comunidade para trabalhar com a cidade para fazer alterações em seu ambiente ou planos de bairro.  Um relatório geral será criado  para ajudar a ilustrar melhor  a tese de tipos de comunidades suburbanas internas. Este relatório estará disponível para o público em geral e submetido a Prefeitura  e outras partes interessadas da comunidade . Artigos acadêmicos serão escritos pelo Instituto Mobilidade Verde para serem  adicionados  à crescente literatura sobre caminhada de bairros.

Uma visão geral,  resumindo as  conclusões do relatório escrito pelo grupo de facilitadores ficará  disponível para membros da comunidade

Instituto Mobilidade Verde promove passeio de Bike com pais e filhos , em parceria Revista Época SP e Hotel Unique

bike_epoca“De qual árvore vocês mais gostaram?” A pergunta foi feita por Lincoln Paiva, presidente do Instituto Mobilidade Verde, para a garotada que acabara de pedalar por mais de duas horas. Paiva, que é também criador do programa U-bike, além de colunista de mobilidade do portal UOL, foi o guia do passeio que reuniu pais e filhos na manhã do sábado, 12 de outubro, Dia das Crianças. Acomodadas sobre o imenso sofá coletivo do lobby do Hotel Unique, as crianças listavam suas árvores preferidas no Parque Ibirapuera: “A de Bengala”, foi a primeira resposta. ”A ‘sete peles’”, lembrou alguém, citando a espécie cujo tronco solta camadas. “A do jamaicano”, disse um dos garotos, referindo-se a um tipo de palmeira com folhas que lembram tranças rastafári. As crianças ali reunidas haviam descoberto atrações que, para elas, eram até então desconhecidas no Parque – não apenas do ponto de vista ecológico, mas também humano e cultural”

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Foto: Camila ( Revista Época SP)

Leia materia completa na revista : Epoca SP