Escola de parklet – Planejamento e Criação

Hoje foi o terceiro e último módulo da Escola de parklet, curso de inverno feito em parceria com a Escola São Paulo.

1º Modulo: abordamos a importância da pesquisa, conhecer as narrativas locais, cartografia afetiva do espaço, a transformação do espaço num lugar e fizemos exercícios de sensibilização espacial.

2º Modulo: abordamos questões mais técnicas de produção e levantamento do local, fizemos visita técnica ao Parklet da Pe João Manuel e uma pequena deriva para encontrar um local ideal para um Parklet perto da Escola SP, Mapeamento de Stakehoulders…

3º Modulo iremos planejar e criar um Parklet com base na seleção do espaço e levantamentos que fizemos, criação do mapa de Stakehoulders, estudar as narrativas locais, documentações, selecionar materiais, usar a criatividade, criar um conceito para o espaço e projetar o Parklet…

escola de parklet   escola_parklet5

escola_parklet6 escola_parklet7 escola_parklet9escola_parklet66 Continuar lendo

Últimas vagas para o curso “Escola de Parklet”

DSCN0155O objetivo do curso é subsidiar o aluno com técnicas de ativação do espaço público, levando em conta os usuários do entorno, a sensibilização do local e a criação de indicadores que permitam estabelecer uma conexão entre usuários e o lugar.

Qual a diferença entre construir um espaço público e criar um lugar? O curso vai mostrar experiências em intervenções urbanas cujo objetivo é a transformação de espaços em lugares melhores para se viver. Como conectar o espaço com o seu entorno, conhecer, identificar as narrativas locais e aplicá-la na intervenção urbana.

maiores informações:  Escola São Paulo

Resultado de pesquisa sobre territórios em Afuá é aplicada na cidade de São Paulo

Em fevereiro de 2014 viajamos para Afuá, cidade de 40 mil habitantes no delta do rio Amazonas, ao noroeste da Ilha do Marajó,   o objetivo era entender qual o efeito sobre a percepção sobre o território para  pessoas que vivem numa cidade onde é proibido por lei o uso de carros e motos. Afuá tem um lei municipal que proibe a circulação de carros e motos.
Aplicamos a metodologia do professor Donald Appleyards ( Berkeley , MIT) , que consiste em perguntar para as pessoas o que ela considera como território dela na cidade onde vive. Nas grandes cidades a maiorida das pessoas tendem a respoder da mesma forma dependendo o grau de carregamento das vias ( rua com tráfego pesado, médio e leve) , ou seja, quanto mais pesado é o trafego de automóveis , menos relação com o espaço as pessoas tem. Geralmente quem mora numa rua muito movimentada aponta apenas a sua casa como parte do seu território na cidade, essas pessoas também acabam utilizando o carro para a maioria de suas necessidades e tem pouca relação social com vizinhos e comunidade, ao passo que,  quem mora em ruas mais tranquilas relacionam a rua onde mora e até mesmo o bairro onde mora como parte do seu território e também tem relações sociais mais abrangentes .
donald_applayardE numa cidade sem nenhuma influência do carro?  O que as pessoas consideram como parte do seu território?

Veja o vídeo da pesquisa em Afuea  e veja a diferença entre a percepção de espaço e responda, quem vive isolado? moradores das grandes cidades ou os moradores da pequenina cidade de Afuá?

O vídeo é um resumo da pesquisa sobre percepção de territórios e serviu como base para nossos projetos sobre Parklets e Pocket Parks na cidade de SP e mostra a importância da criação de espaços de convivência e meios alternativos de transportes não motorizados na cidade, mostra também como faz toda a diferença sobre a valorização de espaços públicos, cidadania e meio ambiente.

 

 

 

 

 

 

Instituto Mobilidade Verde e Reud inauguram 1º Pocket Park na Rua Oscar Freire em São Paulo

pracinha pracinha7Hoje inauguramos a Paricinha Oscar Freire, no lugar de uma simples  rampa de acesso de estacionamento, nasce uma pracinha em meio a um dos pontos econômicos mais importante da cidade com acesso público e gratuito.  A Pracinha Oscar Freire foi construída dentro do conceito de Pocket Park ou “espaço livre” cujo objetivo é transformar espaços públicos ou privados em lugares mais humanos, alterando o seu uso e a sua função, no lugar de uma rampa de acesso de carros, uma praça com uso compartilhado onde as pessoas podem sentar, descansar, ver uma exposição de arte, ler um livro e conviver em cultura de paz.
pracinha6

Continuar lendo

Projeto do Instituto Mobilidade Verde está entre as 50 razões para amar SP segundo revista Época SP

Pedal Social é uma experiência única na cidade, ela estuda meios alternativos mais sustentáveis para população de baixa renda, incentiva o uso da bicicleta no dia a dia. Estudos recentes do Instituto demonstram que além de ser um modal muito eficiente em meio aos congestionamentos, a bicicleta traz outros impactos positivos na saúde, lazer e trabalho, o cidadão consegue economizar entre 10% a 33% da sua renda mensal.
pedal_social_epoca1 pedal_social_epoca

Instituto Mobilidade Verde e Escola São Paulo juntos para ensinar a fazer Parklet

Logo-parklet escola sp(*) Logo inspirado na iconografia dos parklets SDU

O Instituto Mobilidade Verde em parceria com a Escola São Paulo irão ensinar as pessoas a fazerem Parklet, o lançamento será na sexta-feira com um Workshop aberto ao público geral sobre criação de parklets, a Escola de parklet vai começar entre julho e agosto, com diversas disciplinas sobre ativação de espação público e transformação de espaço públicos em lugares. A escola de Parklet é uma oportunidade para aprender a desenhar, pesquisar e  envolver a comunidade através de uma metodologia desenvolvida pelo grupo que desenvolveu os primeiros Parklets no Brasil.

Workshop Escola de Parklets
Dia 25/04 as 10hs
Escola São Paulo

escola_parkelt_parceria